Pular para o conteúdo principal

Joaquim Barbosa aparece na lista dos cem mais influentes da ‘Time’ 

 

Presidente do STF é descrito como o garoto pobre que “viu na educação o trampolim para sair da pobreza”

 

O presidente do Supremo Tribunal Federal e relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, foi eleito uma das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista americana “Time”. Outro brasileiro da lista é o chef de cozinha Alex Atala. A décima edição da lista feita pela revista foi divulgada nesta quinta-feira.
Barbosa é descrito como um pobre garoto brasileiro, um dos oito filhos de um pedreiro, que “viu na educação o trampolim para sair da pobreza”. A Time destaca que ele trabalhou como faxineiro e datilógrafo no Senado para ajudar a cursar a faculdade de Direito.

“No fim, ele obteve um doutorado da Sorbonne, aprendeu quatro línguas estrangeiras e se tornou professor visitante no Instituto de Direitos Humanos da escola de Direito de Columbia”, escreve a revista.

Segundo a “Time”, os brasileiros se orgulham de Barbosa por ele ser o primeiro presidente do STF negro e por “simbolizar a promessa de um novo Brasil comprometido com o multiculturalismo e igualdade”.

“A máscara de Carnaval mais vendida no Brasil neste ano não foi a de um jogador de futebol ou de um pop star, mas sim de Joaquim Barbosa, jurista que no ano passado presidiu o julgamento do maior caso de corrupção do país e se tornou o primeiro presidente negro do Supremo Tribunal Federal”, diz o texto da revista.

Barbosa aparece na lista de pioneiros, como a presidente da Tunísia, Moncef Marzouki, e a a CEO do Yahoo!, Marissa Mayer. As outras categorias da lista são: titãs, líderes e ícones.

Em 2012, constavam na lista dos mais poderosos o empresário Eike Batista, a presidente da Petrobras, Graça Foster, e a presidente Dilma Rousseff.

FONTE: O GLOBO

 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Unidos pelo sangue e pela farda Ao ler a reportagem da Revista Aerovisão com o título que copiei acima, achei maravilhosa e mais um exemplo de vida em família para ser divulgado e servir de inspiração para muita gente. Além do irmão mais velho, dentro de uma família de sete filhos, quatro irmãos também seguiram a carreira militar na Força Aérea Brasileira, as decisões foram baseadas em determinação e estudo. Leia! Por Isis    " Preciso de um palco. Sem ele não sou nada”. A frase do pianista e compositor francês de óperas Georges Bizet, autor de clássicos como Carmen e Ivan IV, sintetiza a vida de quem trabalha com música. Todo músico vive uma simbiose com o curto momento em que as luzes se acendem, a orquestra começa, a plateia se emociona e, no final, os aplausos são a sequência do fechar das cortinas. Assim, o Segundo Sargento Músico Paulo César Ramos Rezende, 32 anos, lembra que foi em um palco um dos momentos mais importantes de sua carrei...
Racismo no Brasil Restaurante Nonno Paolo - O racismo não cordial do brasileiro   Criança negra é retirada de restaurante ao ser confundida como pedinte     Por Mario Sergio Neste final de ano pude testemunhar e viver a vergonha dessa praga do rascismo aqui em nossa multicultural São Paulo. E com pessoas próximas e queridas. Não dá para ficar calado e deixar apenas o inquérito policial que abrimos tomar conta dos desdobramentos desse episódio lamentável e sórdido. Na sexta feira, 30, nossos primos, espanhóis, e seu pequeno filho de 6 anos foram a um restaurante, no bairro Paraíso (ironia?) para almoçar. O garoto quis esperar na mesa, sentado, enquanto os pais faziam os pratos no buffet, a alguns metros de distância. A mãe, entre uma colherada e outra, olhava para o pequeno que esperava na mesa. De repente, ao olhar de novo, o menino não mais estava lá. Tinha sumido. Preocupada, deixou tudo e passou a procurá-lo ao redor. Ao perguntar ao...

Comando da BM pede desculpas a jovens africanos

Tags: Diário Gaúcho , Acusação de Racismo , Desculpas , Brigada Militar Ao reconhecer um erro de abordagem, o comando da Brigada Militar (BM) surpreendeu esta tarde ao abrir o quartel e pedir desculpas públicas aos dois estudantes africanos envolvidos em um suposto caso de racismo, na Capital.